O Quilombo Cultural Malunguinho vem ao longo dos últimos sete anos desenvolvendo atividades de informação, formação e pesquisa na Cultura e Prática Afro-indigena-brasileira.
domingo, 24 de julho de 2011
Uma fala unificada da Jurema Sagrada é possível?
sábado, 25 de junho de 2011
Reflexão sobre A Marcha para Jesus.
O Professor Carlos Thomás vem dado ao longo dos ultimos 5 anos uma contribuição muito importante as causas LGBT e Afrodescendente em Pernambuco, seus textos nos leva a enxergar de outro angulo uma realidade que está de pano de fundo de muitas manifestações de preconceito e racismo:A Marcha para Jesus nasceu em Londres, no ano de 1987, fundada pelo pastor Roger Forster, após a primeira outras tantas já aconteceram e vem acontecendo, inclusive aqui no Brasil, como foi o caso da 19ª ocorrida em São Paulo que atraiu aproximadamente 1 milhão de pessoas de vários credos cristãos.
Prof. Carlos Tomaz - carlinhostomaz@hotmail.com
Coordenação de formação da REDE AFRO LGBT
Ativista do MNU-PE
Membro do Forum Estadual de Educação Etnicorracial de PE.
sábado, 18 de junho de 2011
"Galo Preto, O Menestrel Do Coco" - Release Oficial do Filme
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Um dos grandes legados da África ao mundo é sem duvida o Baobá Andasonia digitata como é conhecido no meio cientifico, é uma das árvores que tem o maior tempo de vida na terra, um referencial simbólico da longevidade e, sobretudo de ancestralidade, algumas espécies chegam a ter mais de 3.000 mil anos, testemunharam em seu “silêncio” todo processo histórico do ser humano, tem sua origem em Guiné-Bissau, Angola, Moçambique, Zimbábue, Botsuana e Senegal onde é o principal símbolo deste pais, provavelmente chegou ao Brasil juntamente com a entrada de milhões de negros e negras que aqui chegaram como mão de obra escrava, O Conde Mauricio de Nassau plantou alguns exemplares em seu jardim Botânico, há registro que o Dr. Manuel Arruda da Câmara escreveu ao Príncipe regente em 1810 aconselhando a introdução da árvore no Brasil, em 1874 Francisco Augusto da Costa descreve o Baobá existente na Praça da República em matéria do Diário de Pernambuco no dia 12 de maio.
Pernambuco hoje é o território de maior concentração de Baobás do mundo depois da África, constatação feita por Dr. John Rashford do College of Charleston da Califórnia - EUA e para nós afros descendentes representa a manutenção da nossa memória histórica e cultural.
Em todos os cantos do Brasil teve a presença de negros e negros, os registros seja na dança, culinária, tecnologia, linguagem, expressões da cultura popular, uma verdadeira simbiose cultural foi estruturada pelas várias etnias que aqui chegaram e todas sem exceção têm no Baobá algum referencial simbólico seja ele cultural, religioso ou étnico.
Era nas sombras dos imensos Baobás que a história das etnias eram repassadas pelos “Griôs” ou Kibandas, anciãos responsáveis pela manutenção da história local, um verdadeiro arquivo vivo e o grande Baobá era a testemunha do tempo.
Plantar um Baobá significa fortalecer a luta pela reparação dos povos afros descendentes, que durante muitos anos foram excluídos de qualquer implementação de políticas públicas direcionadas a valorização e reconhecimento da cultura afro-brasileira, como plantam os pesquisadores Professor Osvaldo Martins Engenheiro-Agronômo da Universidade Federal Rural de PE e membro da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, Fernando Batista da Universidade Federal de PE comprometidos com a preservação e difusão desta arvore, bem como a Professora Célia Cabral da Costa Arruda que efetivam ações afirmativas para implementação da lei 11.639/2007. O Decreto federal 5.5795/1995 que institui o dia nacional do Baobá em 19 de junho.
João Monteiro
Historiador, Especialista em Preservação de Acervos, Coordenação do Quilombo Cultural Malunguinho
sábado, 11 de junho de 2011
Patrimônio Afro religioso em alerta!
Mãos de Ifatoogùn, Paulo Bráz Criôt do Ministério da Cultura e Kimbanda do Quilombo Cultural de Malunguinho.No canal www.youtube.com/empeturpress, o dito antropólogo faz suas considerações.
Bom, escrevo estas breves linhas para registrar nossa insatisfação com os Sacerdotes e sacerdotisas tradicionais que insistem em serem massa de manobra, mesmo com tantas reuniões, cursos, encontros e caminhadas alguns destes insistem em não levar em consideração suas próprias histórias e tradições ancestrais, os resquícios coloniais continuam bem vivos e agora mais do que nunca tentam trazer a história dos repressores e escravocratas em detrimento da historia dos reprimidos, humilhados e excluídos, tem aumentado substancialmente as "Yás Funfun ti ara dúdú" que têm melhor prestigio junto aos gestores que desconhecem geralmente o histórico do povo de Terreiro de Pernambuco e se iludem com as performances de vestuários e com um conjunto de línguas estranhas, nunca o Yorubá.
Nossos grandes Sacerdotes e Sacerdotisas continuam esquecidos em seus humildes Terreiros localizados nos Altos, Becos e Vielas de nossa cidade e de certa forma protegidos! Precisam de ações afirmativsa de infra estrutura e de saúde.
Agora quem comprar um Casarão antigo, Engenho, Palacete etc. e transformá-lo num Terreiro, terá o respaldo governamental? Pois as paredes, os assentamentos o chão e as consciências coletivas acumuladas de Axé ancestral perdem seu valor? Faz-se necessário identificar quais os templos que detém tais acúmulos, pois lá moram humanos que passaram longo período de exclusão social e política.
Como não sou sacerdote e nunca tive a menor pretensão de ser-lo, faço votos que a consciência das novas gerações sensibilizem-se na perspectiva de manter a dignidade ancestral, procurem ampliar seus conhecimentos sacerdotais sem perder de vista a memória, a tradição e principalmente sua história.
Como Omo Xangô com 26 anos de Religião e 6 anos de iniciado me sinto totalmente a vontade para fazer este registro.
João Monteiro
Omo Xangô Obá Aduban
Coordenação do Quilombo Cultural Malunguinho
Historiador, Especialista em Preservação de Patrimônio Documental
Kipupa Malunguinho em Exposição na Universidade de Brasília - UNB
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Saurê Abdias Nascimento!

“Querida Elisa e toda a família afrodescendente,
Fiquei muito triste ao receber a notícia da transição do nosso querido baba Abdias deste aye para o orum. Porém, pensando melhor, me consolei com o fato de que, dentro da nossa cultura iorubana, uma pessoa do quilate do Abdias nunca sera capaz de morrer, senão subir na hierarquia. Abdias agora é orisa, pois soube superar com a sua luta ferrenha contra todos os tipos de discriminação e preconceito que vitimaram e ainda vitimam o negro não só no Brasil como também no resto do mundo.
Com efeito, o Abdias merece, hoje mais que nunca este status de ancestral, pois ele venceu todas as barreiras do tempo e do espaço na sua luta: saiu do Brasil para o mundo, levando consigo a sua luta e a sua convicção. Nos EUA mostrou aos americanos de origem africana uma dimensão mais rica de ser africano. Na Nigéria sitiou e denunciou o genocídio dos negros brasileiros, desmentindo séculos da arraigada "democracia racial". Acabou derrubando o mesmo, comemorando com o mundo inteiro a derrota inicial do racismo e todo tipo de discriminação e apartheid nas conferências de Durban em 2001, fato que prenunciou as vitórias da "Consciência Negra" no próprio Brasil, Abdias será lembrado para sempre no Brasil como o verdadeiro porta bandeira das marchas de Zumbi +, além de representar uma verdadeira parteira das políticas da Ação Afirmativa no Brasil que gerou no coração sensível do Governo Lula a criação da Seppir e a política das Cotas, dentre outras tantas vitórias que se seguiram à sanção da Lei Federal 10.639/03.
Como foi lembrado durante a intervenção do próprio Abdias como Conferencista Magna durante o IV Colóquio Global Africano organizado pelo CBAAC (órgão do Ministério da cultura da Nigéria) e apoiado pelo Ipeafro na Uerj em 2008, onde a voz do Abdias bradou durante mais de uma hora desde a sua cadeira de rodas para uma plateia composta de negr@s e africanistas dos quatro cantos do mundo, ele ABDIAS teve a sorte de ser um dos poucos heróis que tiveram a felicidade de ver e viver a realização dos frutos da sua luta, pois conseguiu viver a vitória das Ações Afirmativas que levou a sua vida inteira a planejar e executar ao lado do seu povo querido.
A nós, seus herdeiros ideológicos, étnicos e estéticos, só nos resta saudá-lo como se costuma saudar na cultura iorubana aos ancestrais que atravessam triunfalmente a húbris deste aye para ocupar seu lugar no orum:
Ká tó r'erin o d'igbo,
Ká tó r'éfòn, ó d'òdàn,
Ká tó r'éni bi Abdias Nascimento,
O d'orun Alakeji!
Ma j'òkùn,
Má j'ékòló o, Abdias,
Ohun ti wón ba nje l'ájùlé òrun ni koo bawo jè.
Bóo ba délé o kíle o,
Bóo d'óna o bèèrè wò.
Àtètèdélé ise mi l'àkójé o.
Òpòló ò, oníy`'aré o,
Èiye ire ìyèrú oò, èiyè!...
Saurê Abdias Nascimento!”
E a Doutora Elisa Larkin viúva do grande Abdias Nascimento em resposta ao Professor Dr Félix, também nos enviou a mensagem:
“Querido irmão Felix, que alegria receber sua mensagem!
Através de você eu quero saudar toda a comunidade da nossa querida Universidade Obafemi Awolowo que outorgou a Abdias o título de Doutor Honoris Causa em memorável cerimônia em 2007.
Segue o link para um pequeno vídeo do velório e do ato de sétimo dia realizado no sítio histórico do Cais do Valongo e na sede da Ação da Cidadania contra a Fome e a Miséria e pela Vida, no Rio de Janeiro, dias 26 e 31 de maio passados. Quando entrar o quadro da Rio TV Câmara, clicar na opção "Edições de 26/05 e 31/05/2011".
http://www.camara.rj.gov.br/riotv_verprog_camarariotv.php
Estamos nos preparando para cumprir o desejo de Abdias e levar seus restos mortais à Serra da Barriga, local da República de Palmares, em 13 de novembro próximo. A idéia encaminhada pelo movimento negro é de plantarmos um pé de baobá e um pé de iroko em sua homenagem.
Um grande abraço extensivo a todos os nossos amigos e irmãos na Nigéria!”
Nossos respeitos a Doutora Elisa que junto a nossa referência de luta Abdias Nascimento fomentou discussões e instigou pesquisas, trazendo a luz possibilidades reais de rever nossa historia ancestral!
Sentimos a perda, porém acreditamos de onde Abdias Nascimento estiver, fiscalizará melhor e instigará toda nossa luta.
Salve Zumbi! Salve Malunguinho! Salve Abdias!
João Monteiro
Historiador - Coordenação do Quilombo Cultural Malunguinho
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Carta de apoio integral à Festa da Lavadeira - Quilombo Cultural Malunguinho.

quarta-feira, 20 de abril de 2011
Semana Santa mais uma vez!
Na verdade todo esse panorama vem sendo construído ao longo destes quase 2.000 anos, e mesmo com as deficiências arqueológicas, historiográficas e históricas em torno de Jesus, ele e sua Mãe Maria se tornaram referencial de fé, mesmo diante das experiências mais antagônicas possíveis, como é o caso das Religiões de Matriz Africana, Afro brasileira e Indígenas. Diante da marginalização estas Religiões Negras e Indígenas incorporaram em suas ritualísticas momentos de reverenciação à Semana Santa, O Candomblé ou Xangô pernambucano encerra, na sexta feira anterior, cobre-se todos os Igbás (assentamentos sagrados) dos Orixás com um pano branco e oferta comida seca e seca as quartinhas, no sábado de aleluia se enche as quartinhas novamente e pacientemente, em alguns Terreiros como a exemplo da Casa Xambá em Olinda, existe uma liturgia peculiar chamado “ritual das bolsas” realizada na semana anterior, um grande e poderoso ebó do Xambá e todos se resguardam do Orixá até no sábado de Aleluia, quando pela manhã é realizado um toque chamando os Orixás.
No caso da Jurema Sagrada, em muitas Casas o quarto dedicado a esse culto permanece fechado durante todo tempo “santo” e cobre-se os príncipes e as cidades da Jurema (taças e copos de vidro ou cristal) com “matapulão”, um tipo de filó e no domingo de Páscoa se dava um Toré para os Caboclos da Jurema.
Alguns rituais, heranças dos cultos pagãos europeus encontrão na sexta feira “santa” o momento especial para a realização de feitiços, na noite da quinta pra sexta é o dia certo para fazer encantarias.
Além de tudo os brincantes de Clube de Frevo, Blocos e troças carnavalescas viam no sábado de aleluia mais um momento para festejar, como no caso do Clube Carnavalesco Mixto Lavadeiras de Areias que até pouco tempo desfilava pelas ruas do bairro neste dia após “encontrar à Aleluia”.
Tudo isso é simbiose cultural, provocada pela repressão a estas Religiões brasileiras, portanto, seria uma prova de respeito ao cristianismo esses rituais dentro dos Terreiros? Ao contrário dos cristãos nunca tiveram respeito as religiões de Matriz Africana e Indígena, contudo a áurea mística da Semana “Santa” perde a cada ano seu tom religioso, histórico e cultural judaico-cristão, além de teológico pois hoje já temos centenas de Terreiros e Casas de Xangô que se aperceberam de sua identidade Histórica, Cultural e acima de tudo Teológica, chegaremos lá.
Informar e formar é preciso sempre e com qualidade!
João Monteiro – Omo Obá Aduban
Historiador, Especialista em Preservação de Acervos Gráficos
sábado, 2 de abril de 2011
"Os demônios que vem do Norte"!
A Declaração sobre eliminação de todas as formas de intolerância e discriminação com base em Religião ou Crença, proclamada pela resolução 36/55 da Assembléia Geral da ONU em 25 de novembro de 1981, " Considerou que um dos princípios básicos da Carta das Nações Unidas é o da dignidade e igualdade inerentes a todos os seres humanos e todos os Estados Membros se comprometeram, juntamente com a Organização, a tomar ações conjuntas e separadas de cooperação, no sentido de promover e estimular o respeito e o cumprimento universal aos direitos humanos e às liberdades fundamentais para todos, sem distinção de raça, sexo, idioma ou religião. Considerando que a Declaração Universal dos Direitos Humanos e os Convênios Internacionais e Direitos Humanos proclamam os princípios da não discriminação e da igualdade perante a lei, bem como o direito à liberdade de pensamento, consciência, religião e crença".João Monteiro - Omo Xangô Aduban, Juremeiro
Coordenação do Quilombo Cultural MalunguinhoHistoriador, Especialista em Preservação de Acervos
Quilombo Cultural Malunguinho no encontro de Caboclinhos de Goiana - defesa da Jurema.
No dia 30 de Março de 2011, na cidade de Goiana - PE, foi realizado pela Associação Carnavalesca Dos Caboclinhos e Índios de Pernambuco o seminário PRIMEIRA ASSEMBLÉIA INDIGENA DE NOSSA HISTÓRIA, OCORRIDA EM GOIANA, EM 30 DE MARÇO DE 1645.
O evento foi muito inspirador, e eu e Sandro de Jucá, tivemos a oportunidade de nos colocarmos em relação ao que as agremiações carnavalescas de Caboclinhos e Índios poderiam fazer para fortalecer a Jurema Sagrada no nosso Estado. Como os caboclinhos são dentre outras manifestações do carnaval e cultura de Pernambuco, ligados diretamente com o culto da Jurema Sagrada, incitamos o levante desta consciência, e que a partir desta todas e todos pudessem se manifestar como juremeiros e juremeiras, colocando também a discussão religiosa dentre suas lutas. As propostas foram muito bem aceitas pela Associação e platéia, que ao final, articulamos futuras articulações entre a Associação e o Quilombo Cultural Malunguinho.
Vejam o vídeo com nossas falas.
Salve a Jurema Sagrada!
Alexandre L'Omi L'Odò - Coordenador Quilombo Cultural Malunguinho.
Xangô, inegável marca de nossa gente!

quinta-feira, 31 de março de 2011
Boi da Discórdia

João Monteiro - dundunmonteiro@yahoo.com.br
Omo Xangô e Historiador
domingo, 5 de setembro de 2010
2° Semana estadual da Vivência e Prática da Cultura Afro Pernambucana. Lei Malunguinho 13.298/07

O Quilombo Cultural Malunguinho Apresenta a:
Lei Malunguinho 13.298/07
De 12/09 à 01/10 de 2010.
Malunguinho Histórico e Divino 175 anos resistindo!
A 2° Semana Estadual da Vivência e Prática da Cultura Afro Pernambucana,
Lei Malunguinho 13.298/07 tem como objetivo consolidar o diálogo entre as diversas religiões de matrizes africanas e indígenas com a sociedade civil e a cultura de tradição, escolas e academias, com o intuito de celebrar a memória do líder negro e divindade do culto da Jurema Sagrada, Malunguinho, personagem da história do Brasil, assassinado no dia 18 de setembro de 1835, no município de Maricota, hoje Abreu e Lima.
Visamos também garantir a expressão da diversidade presente nas atividades, possibilitando a articulação entre pessoas e grupos, além da participação plural e intensa dos povos de terreiro nos processos de discussão política e social, cultural e teológica, garantindo a troca de saberes com a função de contribuir para o fim do racismo, da intolerância religiosa e da desmistificação de nossa história negra e indígena marginalizada (lei 11.645/08).
“Na mata tem um caboclo
Todo vestido de pena
Este caboclo é Malunguinho
Ele é rei lá da Jurema”!
Programação Completa
Domingo 12/09
10h.
Reabertura do terreiro de Jurema Centro Espírita Mestre João (Mãezinha Juremeira 85 anos) - Toque para Malunguinho – Ritual religioso.
Local: Segunda Travessa do Buraco da Velha 52, Bairro Capibaribe – São Lourenço da Mata.
Segunda 13/09
Abertura oficial da semana de Malunguinho- Gira de Diálogos audiovisuais afro-indígenas.
Hora: 19 às 22h
Local: Teatro do Parque
Mostra de vídeos e discussão sobre a Jurema Sagrada e Malunguinho:
Malunguinho, O Guerreiro do Catucá, O Rei da Jurema UNICAP/QCM, 2008
- A Ciência dos Encantados – UNICAP, 2007
- I Kipupa Malunguinho, a fundação da tradição do Catucá. De Felipe Peres Calheiros
- Malunguinho Histórico Divino – 2009
Quarta 15/09
8h e 30min.
Gira de Diálogos Itinerantes
Seminário para professores e diretores de escolas públicas do Estado.
Tema: “Intolerância Religiosa, Aqui Não – Por uma escola pública verdadeiramente laica”
Local: São Lourenço da Mata
Quinta 16/09
14h.
Gira de Diálogos Itinerantes
Seminário – Religiões de Matrizes Africanas e Indígenas e Meio Ambiente, Desafios do Século XXI.
Local: Clube Rerun Novariun (Tiúma) e Praça de Tiúma
São Lourenço da Mata
Atividades complementares:
- 16h 30min. Plantio de uma muda de Baobá na Praça de Tiúma;
- 17h. Apresentação do Grupo de Teatro de Fantoches Baobá com o espetáculo: “Baobá; Semente que veio da África”;
- 17h. 30min. Roda de Capoeira;
- 18h Show com o Maracatú Raízes de Pai Adão (Grande Vencedor do Carnaval 2010 do Recife
- 19h Roda de Coco – Show com o ícone da Cultura Popular de Pernambuco Mestre Galo Preto.
Domingo 19/09
V Kipupa Malunguinho, coco na mata do Catucá
07h (Saís dos ônibus dos municípios e terreiros)
Local: Matas sagradas do engenho Pitanga II Abreu e Lima
- Praça do Carmo de Recife
- Nascedouro de Peixinhos - Olinda
- Maracatu Nação Raízes de Pai Adão – Água Fria
- Alto Santa Isabel – Recife
- Praça do Teatro – Limoeiro (saída às 5h)
- Praça do Mercado Velho – Jaboatão dos Guararapes
- Praça do Canhão – São Lourenço da Mata
- Igreja de Santa Isabel – Paulista
Artistas convidados para o V Kipupa:
Mestre Galo Preto – www.myspace.com/mestregalopreto
Zé de Teté (Limoeiro) - www.musicadepernambuco.pe.gov.br/artista.php?idArtista=12
Grupo Bongar - www.myspace.com/grupobongar
Adiel Luna e Coco Camarás - www.myspace.com/adiellunaecococamara
Atenção; levar sua alimentação, seu cachimbo e ir com roupas tradicionais da Jurema.
*Contribuição para os ônibus: R$: 5.
Inscrições pelo email: quilombo.cultural.malunguinho@gmail.com
Fones: 55 81 8887-1496 / 9428-4898 / 3244-2336
Quinta 23/09
Coroação da Rainha do Maracatu Raízes de Pai Adão
19h.
Local: Frente à Igreja do Rosário dos Homens Pretos do Recife (com presença da Rainha maior das congadas de Minas Gerais).
De 27/09 à 01/10
Curso de Língua Yorùbá – Com o Professor Mestre e sacerdote Jayro de Jesus
19h.
Local: São Lourenço da Mata
Produção e Coordenação
Alexandre L’Omi L’Odò – alexandrelomilodo@gmail.com / 55 81 8887-1496
João Monteiro – dundunmonterio@yahoo.com.br / 55 81 9428-4898
Anne Cleide - annepenaforte@yahoo.com.br / 55 81 8632-7596
Site na internet com todas as informações: www.qcmalunguinho.blogspot.com
Veja na Internet:
http://alexandrelomilodo.blogspot.com/2008/11/iii-kipupa-malunguinho-coco-na-mata-do.html
http://alexandrelomilodo.blogspot.com/2009/09/iv-kipupa-malunguinho-coco-na-mata-do_7585.html
Visite: www.alexandrelomilodo.blogspot.com
81. 8887-1496











