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quarta-feira, 29 de maio de 2019

1ª Procissão dos Pretos e Pretas Velhas de Olinda foi registrada pela TV Globo Nordeste




1º Procissão dos Pretos e Pretas Velhas de Olinda foi registrada pela TV Globo Nordeste

A Casa das Matas do Reis Malunguinho, terreiro de Jurema Sagrada liderado pelo sacerdote Alexandre L’Omi L’Odò, teve a honra de realizar no dia 12 de Maio, das 17 às 21h, seu ato coletivo de reflexão sobre a incompleta abolição da escravatura e a luta contra o racismo em nossa sociedade.

Escolhemos o momento da festa dos Pretos e Pretas Velhas, para juntxs, celebrarmos a memória heroica desses e dessas que morreram lutando por liberdade, e que devido a elxs, hoje podemos ter nosso culto “livre”, para realizarmos essa gira de Jurema, dedicada à toda espiritualidade negra, que até os dias atuais, vêm nos ajudar, curar todos os males da vida e nos consolar nessa difícil caminhada contra as mazelas sociais deixadas pelo processo da escravidão no Brasil.

Dentre as atividades, foi realizada uma celebração da palavra, em memória à ancestralidade negra, que foi violentamente torturada no período da escravidão. Houveram cânticos específicos de luta contra o racismo e em louvor à ancestralidade afro indígena. Realizaremos a 1ª Procissão dos Pretos e Pretas Velhas de Olinda, que saiu de frente da Igreja do Rosário, em direção ao terreiro de Jurema Casa das Matas do Reis Malunguinho, levando para as ruas do sítio histórico de Olinda, cânticos e toques aos pretos e pretas velhas. A atividade, encerrou-se com a ceia da senzala (canjerê) e a gira de jurema, onde já dentro do terreiro, cantamos, dançamos e louvamos à todos pais e mães pretas, que espiritualmente vieram a terra para nos trazer paz, proteção e bons caminhos na vida.
A matéria da Globo encontra-se no link: https://globoplay.globo.com/v/7610123/

e na página de youtube de L'Omi: https://www.youtube.com/watch?v=k9AL0yZrojU 


A atividade foi realizada no terreiro de Jurema Casa das Matas do Reis Malunguinho na Rua de São João, nº 340, Guadalupe, Olinda/PE.

Para saber mais, seguem os contatos de nosso terreiro:

81 99525-7119


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Alexandre L’Omi L’Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

quinta-feira, 1 de março de 2018

Fora Michele Collins! Alexandre L'Omi L'Odò faz apelo público em defesa do Povo de Terreiro



Fora Michele Collins! Alexandre L'Omi L'Odò faz apelo público em defesa do Povo de Terreiro

#ForaMicheleCollins!

Vídeo denúncia e de apelo à justiça para que sejam cumpridas as leis contra o racismo e a intolerância religiosa.

Nós, Povo de Terreiro, fomos profundamente violentados pela vereadora do Recife, Michele Collins, que em um ato coletivo de racismo, realizou um ato, dia 3 de fevereiro, na beira mar, para "quebrar a maldição de Iemanjá sobre a Terra". Este crime, ficou explícito e público a partir de uma publicação em seu facebook, onde orgulhosamente ela para mostrar sua maligna ousadia, perante os adeptos da fé intolerante, violenta e desrespeitosa, escreveu e publicou uma fotografia deste ato.

Nós, do Quilombo Cultural Malunguinho, hermanados com todos os movimentos de luta do Povo de Terreiro e dos direitos humanos, dizemos publicamente #ForacheleCollins

Esse crime não pode ficar impune! Queremos a criminalização pela lei destes atos de racismo, intolerância religiosa e incitação ao ódio e à xenofobia.
Não queremos as desculpas dela! Ela retirou a postagem do ar e em matérias de jornal falou que escreveu de forma equivocada... MENTIRA! Sabemos que todos os dias dentro das quatro paredes das "igrejas evangélicas", é ensinado o ódio e a intolerância religiosa. O desrespeito ao próximo... Isso tudo a partir de interpretações equivocadas do livro sagrado dos cristãos - a bíblia.

Rogo à Iyemojá, à Oxalá e à Xangô, que a justiça seja feita. Um crime público e de tão grande repercussão não pode passar impune de forma alguma! Se a Justiça permitir a impunidade, estará nos condenando à todas e todos, que fomos vítimas, e abrindo o precedente para conflitos religiosos onde a violência será protagonista.

Ajudem a COMPARTILHAR esse apelo!

Axé! Agô Kolofé!

Vídeo produzido pela Aláfia Filmes - Instituição de luta pelos povos tradicionais.

Alexandre L'Omi L'Odò
Coordenador Geral do Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Pedagogias do pluralismo e da luta contra o racismo e intolerância

Alexandre L'Omi L'Odò com as alunas Gessylene Leite de Oliveira (à esquerda) e Aldiene Ferreira da Silva (à direita) que defenderam o TCC sobre a Jurema Sagrada. 

Pedagogias do pluralismo e da luta contra o racismo e intolerância

Hoje, dia 30 de junho na faculdade UVA - Universidade Vale do Acaraú, no centro do Recife, foram defendidos três TCC’s - trabalhos de conclusão de curso de licenciatura em pedagogia sob a competente orientação da professora doutoranda Ana Carolina Coimbra.

Os trabalhos abordaram de forma muito bem construída questões ligadas as tradições de matrizes indígenas e africanas, numa perspectiva de fortalecimento da lei federal 11.645/08, que obriga o ensino da história da África, dos afro descendentes e indígenas nas escolas.

Fui convidado pela professora, para estar presente neste importante momento que marcou sua despedida da faculdade, já que ela partirá para aprofundamentos de seus estudos em um doutorado em Portugal, tratando de pesquisas ligadas aos indígenas do Nordeste de Pernambuco. Também, fui um dos entrevistados no trabalho de suas alunas que abordou a Jurema Sagrada, e por estes dois motivos jamais deixaria de estar presente neste momento que no meu ponto de vista se tornou histórico devido a sua importante representação na reversão dos valores acadêmicos perante a história dos negros e negras e indígenas. Este tipo de contribuição é muito valiosa, e merece ser celebrada.

Os trabalhos apresentados foram:

1 – Salve a Jurema Sagrada! Respeito à Diversidade Religiosa na Educação. Realizado pelas alunas Aldiene Ferreira da Silva, Aparecida Jéssica Ferreira da Silva e Gessylene Leite de Oliveira.

2 – Historicidade do Povo Kambiwá: Lutas e Resistência pela Identidade Étnica. Realizado pelas alunas Cineide Maria de Lima e Josélia Nascimento de Amorim da Silva.

3 – Histórias Africanas e Afro Brasileiras: Reconhecimento e Valorização para a Educação. Realizado pela aluna Elizabeth S. Cruz Oliveira.

A noite foi das mulheres. Elas, professoras agora formadas, vão dar caminho nas escolas a uma educação menos excludente e racista. Seus trabalhos apresentados de forma brilhante e com conteúdo muito válido, já indicam caminhos para um mestrado ou doutorado. Espero que elas sigam esta estrada, pois precisamos de muitos mais exemplos na pedagogia de combate ao currículo branco imposto pelo Estado.

Povo de terreiro, alunas e professora celebrando a vitória das defesas de TCC.

As análises (orientações estendidas) feitas pela professora mestra em educação Maria do Carmo Oliveira, e também pelo professor doutorando em história social Leandro Patrício enriqueceram a noite com aprofundadas colaborações aos trabalhos apresentados. Foi rica demais a troca de saberes. Presenciar noites raras assim para mim é sempre um prazer, já que na busco na luta também dos meus irmãos e irmãs energias para reforçar as minhas lutas, e assim foi.

O trabalho apresentado sobre a Jurema, trouxe importante contribuição para as propostas de aula sobre diversidade religiosa. Elas mostraram de forma firme o quão rica é esta religião e a sua contribuição social cosmológica. Elas contribuíram na laboriosa missão de contribuir para que a Jurema saia do ostracismo acadêmico ao qual foi colocada. Este TCC merece respeito!

A professora Ana Carolina está de parabéns por orientar trabalhos tão interessantes e importantes para todos e todas. Realmente a missão de formar pedagogas capacitadas foi executada com primazia.

Professora doutoranda Ana Carolina Coimbra. Foto de Alexandre L'Omi L'Odò.

A UVA é uma instituição particular que tem grande presença de estudantes de fé “evangélica”. Já ouvi inúmeras críticas à práticas intolerantes destes e dessas que ali discriminavam as pessoas de outras religiões. Acredito que a noite hoje, serviu para mostrar o quão grande é a ignorância destes e destas. E que com informação e criticidade pode-se romper a barreira espinhosa do racismo e da intolerância.

A presença de membros das religiões de matriz africana e indígena (vestidos adequadamente e que também foram entrevistados), além da pertinente presença do índio Fulni-ô Boró e sua esposa, tornou a noite forte e cheia de axé e ciência. Encontros maravilhosos e ampliação de horizontes para nossos povos. Senti-me contemplado em tudo, afinal, comungar de dias como hoje nos faz ter esperança no futuro.

Parabéns professora Ana. Você mostrou e continuará mostrando para o que veio! Sua missão é grande e você tem competência para dar conta. Obrigado por estar junto na jornada da luta por direitos iguais e respeito à diversidade. Obrigado também pelo cocá e quaquí, adorei os presentes religiosos indígenas. Adorei também o aió que sua Alina indígena me deu. Farei meus rituais com ele. Salve a fumaça!

#JuremanaEscola
#EducaçãoAntiRacismo
#PedagogiadaLibertação

Alexandre L’Omi L’Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com

quarta-feira, 13 de março de 2013

Carta aberta do Quilombo Cultural Malunguinho (QCM) contra o Pastor Marcos Feliciano (PSC)

Quilomo Cultural Malunguinho e diversas entidades de Pernambuco no Memoria Zumbi dos Palmares no fechamento do Ato contra Marcos Feliciano. Foto de Anne Cleide (QCM).

Carta aberta do Quilombo Cultural Malunguinho (QCM) contra o Pastor Marcos Feliciano (PSC)*


Nós, membros do Quilombo Cultural Malunguinho (QCM) realizamos hoje, dia 13 de março de 2013 às 17h o Ato contra o Pastor Evangélico, racista, homofóbico e Deputado Federal Marcos Feliciano (PSC-SP), a caminhada teve concentração na Praça Maciel Pinheiro e seguiu seu percurso até o memorial Zumbi dos Palmares, no Pátio da Igreja do Carmo no centro do Recife.

O Ato teve a adesão de diversos movimentos sociais como o Movimento LGBT, Movimento de Mães, Movimento Negro, Juventude LGBT, Quilombo Raça e Classe, Comissão Estadual de Acompanhamento Contra Intolerância Religiosa, Comunidades Tradicionais de Terreiro, Povo da Jurema, o vereador do Recife Raul Jungmann (PPS), o militante político Edilson Silva (PSOL), o também militante Jair Pedro (PSTU) além de cidadãos e cidadãs que se fizeram presentes para protestar coletivamente contra o mandato na Comissão Nacional de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal do citado Pastor/Deputado.

Considerando que todo Brasil está repudiando veemente a posse deste Pastor/Deputado na Presidência da Comissão de Diretos Humanos e Minorias da Câmara Federal, ficando evidente a impossibilidade deste representar a maioria excluída do país devido às explícitas acusações racistas contra o povo negro da África e consequentemente os afrodescendentes, afirmando estes são amaldiçoados, além de condenar homossexuais, indígenas, Comunidades Tradicionais de Terreiro e outros segmentos, em seus cultos evangélicos, impondo um discurso fundamentalista e radical com base na Bíblia, é que coletivamente o QCM decidiu intervir publicamente nesta luta nacional dizendo NÃO AO PASTOR MARCOS FELICIANO! Portanto, a partir de então estamos nos juntando ao grande movimento nacional contra este absurdo na gestão federal.

Considerando que as discussões sobre direitos humanos durante os últimos anos vêm tendo avanços importantes para nossa sociedade e todos os segmentos tratados erroneamente como minorias, esta “pasta” vem ocupando espaço e difundindo debates fundamentais ao avanço, entendimento e construção de um Brasil sem homofobia, racismo, xenofobia etc. e, sobre tudo, no respeito integral a diversidade religiosa.

Conclamamos a todas e todos que neste momento não nos calemos perante essa situação que é uma ameaça real a laicidade do país, além de consequentemente ser uma tentativa de golpe contra os direitos humanos de todas e todos. Por isso, o Quilombo Cultural Malunginho vem à luz repudiar e chamar os que ainda estão acomodados e que não entenderam as tenebrosas armações na tentativa de criar uma teocracia no Brasil, para que gritem publicamente sua indignação contra o Pastor Marcos Feliciano! Avisamos que se acordem e movam-se. Somos um país laico e, portanto existe espaço para todas as formas e manifestações de fé e cultura, afetividade e ideologias, cabendo o respeito e dignidade aos direitos humanos totalmente garantidos pela nossa constituição.

Fora Marcos Feliciano!
Você não nos representa!

*Texto de Alexandre L'Omi L'Odò e João Monteiro. Coordenação QCM.

 Quilombo Cultural Malunguinho
quilombo.cultural.malunguinho@gmail.com

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Seminário O Povo de Terreiro Discute Absurdos da Intolerância Religiosa em Pernambuco acontece dia 21 de Agosto no Palácio de Iemanjá em Olinda


Seminário O Povo de Terreiro Discute Absurdos da Intolerância Religiosa em Pernambuco

A partir de uma convocação do Quilombo Cultural Malunguinho, foi criada a Comissão de Acompanhamento Contra a Intolerância Religiosa de Pernambuco, composta por diversas instituições e terreiros comprometidos com a garantia da cidadania plena das comunidades tradicionais das religiões de matrizes africanas e indígenas.

Com o pensamento de combater, discutir e propor soluções contra a intolerância religiosa, o racismo aos terreiros e às tradições negras e indígenas, é que esta Comissão articulou e realizará o seminário “O Povo de Terreiro Discute Absurdos da Intolerância Religiosa em Pernambuco”, no intuito de promover um debate amplo com diversas lideranças e instituições sobre estes temas urgentes de nosso cotidiano.

Nos últimos meses as religiões de terreiro em Pernambuco têm sofrido profundas agressões à sua moral coletiva, ao seu patrimônio material e imaterial e a sua dignidade e liberdade de culto. Perante estes fatos registrados amplamente pela mídia sensacionalista, temos o triste dado de que 7 (sete) terreiros de Jurema e Umbanda foram saqueados e destruídos no município do Brejo da Madre de Deus por vândalos movidos pelo ódio religioso estimulado e manipulado contra nossa religião. Todo este fato consolidou-se devido à associação absurda feita pela mídia pernambucana ao assassinato cruel do menino Flanio, de nove anos de idade, com supostos rituais de “magia negra” ou de terreiro realizados por supostos “pais de santo”.

Perante esta grave problemática o povo de Terreiro de Pernambuco não poderia calar e se omitir. Portanto, este, se reunirá dia 21 de agosto de 2012, no Palácio de Iemanjá (Casa de Pai Edu) no Alto da Sé em Olinda/PE, das 14 às 20h para promover este debate junto às diversas representações nacionais do povo de terreiro, entidades de direitos humanos federais e instituições representativas da luta contra o racismo e intolerância religiosa.

Serão problematizados principalmente os temas relativos à mídia e sua contribuição ao racismo e intolerância religiosa. O ódio religioso e o racismo, e, como o Povo de Terreiro pode combater estas questões.

Realizar este seminário no Palácio de Iemanjá (Casa de Pai Edu) é uma forma de reconhecer o indelével e imenso trabalho que este histórico babalorixá e juremeiro realizou para todo povo de terreiro do Brasil. Em sua homenagem estão dedicadas todas nossas discussões e lutas.

Contamos com sua valiosa participação. Todas e todos são muito bem vindos neste processo de afirmação e luta pelo direito à liberdade de culto e crença dos povos tradicionais de terreiro do Brasil.

Não podemos voltar à Idade Média com este caça as bruxas do século XXI no Brasil!

Sobô Nirê Malunguinho!
Salve a fumaça da Jurema!
Axé!
Nguzo!
Vodou!
Saravá!

Programação (pode haver alterações):

Seminário: Povo de Terreiro Contra a Intolerância Religiosa
Dia 21 de Agosto de 2012 das 14 às 21h.
Local: Palácio de Iemanjá – Alto da Sé, Olinda/PE.

Horário: 14 às 21h 

Cerimonial: Mãe Nete e Jamesson Reis

14h Abertura – Saudação Ritual (Paulo Brás, Sandro de Jucá)
Coordenação da Mesa: Carlos Salles;

14h10 – As Bases da intolerância, para entender o processo! Com Alexandre L’Omi  L’Odò – Juremeiro e Omo Òsún, graduando em História pela UNICAP, membro da coordenação do Quilombo Cultural Malunguinho.
14h20 – As Recentes agressões as Religiões de Matriz Africana e indígena em Pernambuco com o Babalorixá Érico Lustosa, Omo Ogum, Filosofo, Professor de Ética do Direito, mestrando em Ciências das Religiões – UNICAP;

14h30 – A Intolerância pelo Brasil, casos de intolerância a nível Nacional, com o Babalorixá Alexandre de Oxalá Coordenador da Rede Afrobrasileira Sociocultural (http://redeafrobrasileira.com.br/);

15h40 – Debates para tirar duvidas

16h15- Intervalo para lanche regional

16h30 – O Papel do Estado no enfrentamento à intolerância Religiosa. Coordenação da Mesa: Leandro Tavares de Xangô (QCM). Vídeo Conferência com a Sra. Marga Janete Ströher, Assessora da Política de Diversidade Religiosa da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos Presidência da República e Prof. Dr. Carlos André Cavalcanti, Departamento de Ciências das religiões da UFPB e Membro da Comissão de Combate da Intolerância Religiosa da presidência da República.

16h45 - O Papel do Povo de Terreiro no enfrentamento a Intolerância Religiosa (vídeo conferência via RS) com Professor Jayro de Jesus Omo Oguiã, Teólogo da tradição de Matrizes Africans e Indígenas, coordenador da ATRAI e membro da Comissão de enfrentamento a Intolerância da presidência da Republica e os sacerdotes e lideranças políticas do povo de terreiro do Batuque do RS Baba Dyba e Egbon Esu Olumide.

17h00 – Debates para tirar duvida

!7h30 - Imprensa pernambucana, novas perspectivas de enfrentamento a intolerância (“A mídia tem que ter cuidado no que diz”!). Coordenação da Mesa: Mary Anne (CEDEESPE). Ivan Mauricio Jornalista e editores dos Jornais (Ivanildo Sampaio do JC, Henrique Barbosa Editor Geral da Folha de Pernambuco e ou editor do Diário). (Falta confirmar)

18h00 – Debate para tirar duvidas
18h30 – Considerações finais
18h45 – Ceia de confraternização com a Cheff Iyabassé Dona Carmem Virginia

19h15 – Apresentação cultural do Afoxé Omo Nilé Ogunjá
20h00 - Roda de coco de Jurema com o Grupo Bojo da Macaíba
21h00 - Encerramento


Informações: 81. 8887-1496 / 9428-4898
alexandrelomilodo@gmail.com


Alexandre L'Omi L'Odò
Quilombo Cultural Malunguinho
alexandrelomilodo@gmail.com